Enquanto isso, um outro africano, de um grupo tribal, encontra Jack e diz que Omar é perigoso, que Joan está em perigo, e que eles precisam ir para a África. Ademais, que é necessário que Jack o ajude a recuperar a "jóia do Nilo", a Al-Jawhara.
Omar pretende tomar o poder de seu país, unificando as tribos, e para isso precisa da tal jóia, que já está em seu poder, que faça o povo acreditar que ele tem poderes. Joan logo descobre que a jóia é, na verdade, um homem, um tipo de sacerdote.
Joan e a Joia fogem do quartel de Omar, e logo cruzam com Jack que está na Africa, e eles começam sua fuga, perseguidos por Omar. Todos querem rumar para Kadir, Omar para tomar o poder, nossos "heróis" para impedi-lo.
Alguns contratempos, uma perseguição com um F16 no chão, outra dentro de um trem, e todos chegam a Kadir.
Quando começa o show-comício, Jack e Joan, que a esta altura estão presos em uma armadilha, conseguem escapar, e frustrar os planos de Omar, por fim matando-o, e a Jóia, o sacerdote faz uma aparição e sei lá, pacifica seu povo.
No final, Jack e Joan, que viviam às turras, se casam.
Um filmeco. O roteiro não diz nada, a história é banal, não há qualquer explicação para o poder de Omar, como ele unificará as tribos, ou o poder de Al Jawarha, e como poderia impedir Omar, ou mesmo qual a sua importância social ou religiosa. Há algumas tiradas verbais interessantes, uma ou outra boa piada, mas nada mais do que isso. Uma seqüência caça-níqueis.
Nota IMDB - 5,8. É daí pra menos!
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